quarta-feira, 17 de maio de 2017

07 e 08/05/2017 Alta Gracia - Córdoba

Aproveitando ainda a serra, deixamos Alta Gracia e resolvemos dar um pulinho na Villa General Belgrano. O sabor alemão aqui encontrado, com direito a Oktoberfest e tortas de maçãs tem uma origem curiosa. Sua formação inicial se dá a partir do assentamento da tripulação sobrevivente do cruzador alemão Admiral Graf Spee, afundado no rio da prata, frente a Montevideo, em 1939.
Algumas comprinhas nas lojas de artesanato, uma boa caminhada, um lanchinho e nos tocamos para Córdoba. Com o hotel reservado de véspera, deixamos o carro na chochera e nos mandamos para o centro a tempo de fazer um city tour. Guardando as proporções, Córdoba lembra um pouco BA com suas vias estruturais largas e alamedas arborizadas onde o colonial se mistura com o novo.
Segundas-feiras não é um bom dia para cultura, os quatro principais museus de artes
estão fechados, então nos dedicamos ao saudável hábito de pernear pela cidade. Conhecemos a Cripta e a Manzana Jesuítica, a catedral, a praça San Martin com os vários calçadões transversais, tudo devidamente  acompanhado de paradas estratégicas para cafézinhos e doces maravilhosos. Quando passávamos em frente ao Paseo Buen Pastor, espaço cultural combinado com monastério, prisão feminina e bares-cafés, meu celular no bolso começou a sinalizar entrada de mensagens... pí, pí, pí... Não é que a senha do Wi fi do restaurante se mantinha a mesma desde a última vez que estive aqui.
Vale ainda lembrar que segundo a guia do City Tour, quase 10% da população de 1,3 milhão que vive em Córdoba é composta por estudantes que estudam na Universidade Nacional de Córdoba, de GRAÇA. Para quem quer conhecer um pouco da Argentina não deixe de conferir Córdoba.


A catedral na Praça San Martin.

Interior da Catedral.

Fazendo foco na "Instamatic"do Banco de Córdoba.
Tem praça, tem povo.
E isso é moda?
Manzana Jesuítica.
A Cripta finalmente "descoberta" por uma telefônica quando esburacava
a cidade para passar a nova tecnologia.
Uma vergonha, os correntistas se submetem a filas de mais hora para fazer um saque
no "cachero eletrônico
".



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