San Julián foi uma grata surpresa neste percurso. A cidadezinha muito ajeitadinha com seus 6500 habitantes teve participação relevante na guerra das Malvinas como base de lançamento do aviões Argentinos. O hotel Costanera é bem equipado e a noite serve janta a la carte. O wifi nos quartos também não pega nos obrigando ir para o restaurante se conectar acompanhado de um Malbec.
Às 8 da matina já estávamos rodando, não sabíamos se conseguiríamos chegar em Ushuaia. Além dos 920km teríamos 4 aduanas pra fazer e no Chile as coisas não são muitos ágeis. O asfalto da 3, geralmente muito bom, as vezes vira rípio o que diminui a nossa média. Finalmente cruzar mais uma vez o Estreito de Magalhães é sempre uma grande emoção. Nada demais, um ferry e 20 minutos de travessia, mas tem o sabor de um marco vencido. O frio finalmente veio se estabelecer, no fim da tarde chegamos em Rio Grande dos “Kirchner”,onde resolvemos pernoitar com 9 graus e um ventinho.



5 comentários:
estamos contentes com as notícias,todas as narrações de dar inveja.Na outra encarnação também vou até lá.Aqui todos bem um forte abraço para todos.Vó Rosa
Maravilhaaaaa. Estou acompanhando, como sempre, pelo mapa. Ah, aqui tudo bem.
Táca-le pau!!! E posta mais fotos! Abração, Ricardo
mas tchê com esse monte de km que temos pra rodar as fotos vão ficando ..... agora nas paradas, com aqui no fim do mundo, vai melhorar. Conseguimos um apart aqui no Ushuaia bem legal com vista para a montanha nevada e com internet funcionando.. Abraços aos comentaristas.
Opa, muito bacana hein. Sempre acompanhado. Abraço
Postar um comentário