Tempo bom na Ruta 5 até Durazno depois galocha de borracha em nóis até o Rio Paraná. Deu prás motos, banho agora só na volta.
A começar pelas estradas , embora as do Uruguay antes excelentes já estejam indo prás cucuias com o transporte pesado de eucaliptos para a papeleira de Fray Bentos. Já na Argentina o que chama atenção, além das estradas ruins, neste trecho, é a atitude dos motoristas. Extremamente agressivos não respeitam a sinalização. Não sei porque o governo gasta dinheiro sinalizando as rodovias. Os loucos ultrapassam até sobre as pontes.
A chuva não impediu o ritmo da viagem, a não ser o tira e bota das saunas portáteis, mais complicado foi descobrir que não chegaríamos em Venado Tuerto como esperado. A rota escolhida e aqui assuma a responsa, embora para tudo tenha justificativas, ficou 200km mais longa nos obrigando a pernoitar em Rosário.
Agora,imaginem o Parcão e imediações no dia que o Grêmio foi campeão de alguma coisa tipo Libertadores…. assim foi a nossa chegada no final de domingo na cidade de mais de 3 milhões de almas. Um time local, o Central sport club havia ganho do rival ( new boys ??? ) depois de "n" anos e os torcedores com sua buzinas, motinhos e muitos carros entupiam as avenidas …foi a cereja do bolo depois de mais de 700km do dia, um baita engarrafamento até chegar no hotel sorteado pelo GPS. Moídos, jantamos e cama.
Lembrando o restaurante que falei acima, ele estava com o serviço de rede suspenso por falta de pagamento e a máquina de cartão, talvez pelos mesmos motivos, também não aceitou os nossos cartões. Real não vale para eles e para aceitar o dólar o camarada teve que pedir autorização ao Don Francisco. Escapamos de lavar os pratos.
A†é
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| A chuva deu as caras. |
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| E é a hora de vestir as saunas portáteis |
Como dizia Camões, "navegar é preciso mesmo com o GPS.



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