quarta-feira, 30 de outubro de 2013

30 de outubro - Especial aos seguidores.

                  Mesmo no bagaço, com mais de 1400 km rodados nesses dois dias, em respeito aos milhares de seguidores resolvemos fazer um brutal esforço e dar sinal de vida. Quem tiver saco de esperar para ver os maravilhosos vídeos que fizemos nos Andes com sol e neve não vai se arrepender, deixa passar essa loucura de estrada. Fiquem com algumas fotos ...... a†é


Dia 29, Santiago até San Luis frio e muito calor no mesmo dia.
Dizer o que....?
..... senão a nossa insignificância.
San Luiz - Victoria, um coquetel de emoções .... chuva, calor e MUITO vento.
Parabéns para a Frida, não é qualquer motinho que faz 100mil assim inteirona!
As rodovias na Argentina oferecem a sombra para o descanso.

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

28 de outubro - Santiago

                Mais um livre em Santiago, logo cedo o Rogério encontrou o controle remoto para a sua LG. Depois fomos dar uma volta no parque Santa Luzia. No almoço um peixinho no mercado, mais uma caminhada, um cafezinho Haithi e voltamos para o apart para descansar e preparar a volta. Saliento a importância do metro para Santiago, ou melhor, para qualquer cidade grande "como São Paulo por exemplo", mesmo que os consecutivos governos paulistas tenham desconsiderado este importante meio de mobilidade urbana.
Esta foi a previsão de hoje para a região da Cordilheira que vamos cruzar amanhã.
           
O percurso de 356km com duas horas de aduana.
Finalmente o reconhecimentos das gatas chilenas.....
....das gatinhas.
Estético filosófico no Parque Santa Luzia.
Não poderia ficar sem uma moto então coloco a Japa ainda em Cidreira.



27 de outubro - Santiago

                 Por sorte chegamos em Santiago num sábado quando o clima caótico de uma metrópole se faz mais amigável. Instalados do apart que a frau Marília reservou de POA, saímos para conhecer a cidade. O funicular do cerro do zoo foi o primeiro ponto. Não devia contar mas a primeira vez a gente nunca esquece. Na fila para comprar os tiquetes para o funicular calculei, vendo no mural, o custo de 5800 pesos para nos dois e assim já fui adiantando as notas. Eis que o caixa pergunta, assim de cara sem qualquer cerimônia, se éramos da terceira idade e respondendo as nossas idades ele nos cobrou apenas 4000 pesos. Gente, esse desconto doeu..... e com certeza inaugurei mais uma etapa na minha vida.... a da melhor idade...vai a p. q. t. p.
Hoje domingo saltamos da cama mais tarde como se faz aos domingos em qualquer lugar. Tiozinhos perneando o dia todo cansam. No mercado experimentamos a centoya com uma entrada de "locos" umas lesminhas do mar muito saborosas. A tal centoya ou caranguejo real, aquele da pesca mortal, vale cada centavo mas provavelmente não terá um bi$.
Do mercado fomos pernear pela cidade, acompanhem por algumas fotos.
a†é

A centoya antes de ir para a panela.
Palácio de La Moneda, ala residencial que no golpe militar foi destruída por
bombardeio aéreo comandado pelos ianques que vitimou Salvador Aliende,
então presidente do Chileno democraticamente eleito pelo povo.


Belíssima catedral metropolitana.
Não gosto muito de superlativos mas aqui o belíssima vale.

Ao fundo de qualquer angulo a cordilheira esta sempre  presente.

Arquitetura arrojada.

A cordilheira novamente.







Pra finalizar o dia a vista do nosso apart.

26 de outubro - Cocón ( Viñas del Mar ) - Santiago

138 km rodados, tempo muito bom, céu azul e ultra violeta grau dez de queimar o cucuruto.

             Foi o dia de registrar a outra Costa, a do Pacífico. Embora a intenção era a de gravar o sol se pondo no mar, cena incomum para quem vive no leste. Conseguimos em pleno dia as fotos abaixo. Resumindo, ligamos com esta viagem os dois oceanos, de Cidreira até Cocón. Satisfação total. Agora cruzaremos o Andes novamente e depois mais uns 2000km e estaremos em casa novamente.

138km do litoral até a capital.
O prazer de uma conquista.
Os bonitões na foto com o Pacífico ao fundo,  é preciso muita bunda.
Estético filosófico.
As máquinas guerreiras posando pra foto.
A japa.
Augusto, o boliviano gente fina que conhecemos e esta indo com a Suzuki 650 até Maceió.


domingo, 27 de outubro de 2013

EXTRA, EXTRA - Motos na cordilheira

              Não dava mais para esperar e então resolvemos pular o nosso registro do Pacífico em Cocón e deixar para vocês um pedacinho do que foi a passagem na cordilheira. abraços  e a†é.


http://youtu.be/EeN0QGIJJwU

sábado, 26 de outubro de 2013

26 de outubro - Dia sem moto em Valparaiso

             Com as motos na garagem tiramos o dia para vadiar em Valparaiso e Viñas del Mar. Fiquem com alguns registros fotográficos.....
a†é
Valparaiso.
Os "gurises" tomando um cafezinho em Valparaiso.
Os cachorros no Chile são um capítulo a parte. 
Molhe Vergara, Viñas del Mar.
Viñas del Mar.
 

24 de outubro - Mendonza - valparaiso


Vários km rodados, algo como 400. ( por motivos de força maior os registros se perderam)


             Ainda no café da manhã em Mendonza encontramos dois paulistas também de moto que nos abordaram sobre a ida para Santiago. Segundo Cássio e Adriano, Los Caracoles, no lado Chileno após a aduana, no dia anterior esteve bloqueado devido a uma nevasca e conforme a internet ainda era incerto o "passo". Um banho de água fria se abate ao nosso tão esperado momento de cruzar os Andes….
Resolvemos mesmo assim seguir, agora em 4 motos e ver no que ia dar, no máximo teríamos que voltar para dormir em Mendonza.
E assim partimos, com muita fé, ou como se diz com o c… na estaca. Pois bem, encurtando a "estória", conseguimos. Realmente o trecho entre Mendonza e o Chile é a coroação da viagem. Já na saída avistávamos ao longe os picos nevados, a emoção e a euforia toma conta e fica difícil conter o punho. Eu estava ponteando porque o meu GPS era o único que estava funcionando. A medida que subíamos o frio ia aumentando e as camadas da cebola iam aumentando. A compra das segundas peles valeram embora no final achamos que até não fez tanto frio assim. As últimas leituras do termômetro das motos marcavam 6 graus com sensação térmica de um monte menos. Curvas, túneis, pontes, neve e paredões vermelhos formavam a paisagem até chegarmos na aduana…. desnecessário dizer que a burocracia chilena nos tomou mais de 2 horas… tiene que ter saco. Vencida essa etapa, é a vez finalmente dos caracoles, uma sucessão de 23 curvas de muita emoção e velocidade máxima de 20km. Aqui perdemos mais de 30 minutos em barreiras de manutenção da estrada. Fiz umas filmagens com a GO PRO que ficará para mais tarde.  Não sendo um mal agradecido, uma vez que nem tínhamos certeza se conseguiríamos passar, só faltou a palheta de cor do sol, estava tudo muito cinza de um nublado quase querendo chover, o que seria uma lástima.
No entroncamento para Santiago os paulistas tomaram a esquerda e nós seguimos para o oeste rumo ao Pacífico, mais 120 km nos levaram até Valparaíso.
Quando nos quedamos na portaria do IBIS passava das 21horas, embora a pouca quilometragem foi um dia duro e compensador. 
As fotos de neve ficaram no celular…..
a†é



Trajeto do dia.
Pode um hotel estrelado só ter uma tomada no banheiro para
a nossa central de carregamento de baterias?
As máquinas.
Cássio e Adriano os nossos companheiros de estrada.
.A alegria de estar na cordilheira estampada.

Parte das 23 curvas do "Los Caracoles".



quinta-feira, 24 de outubro de 2013

23 de outubro - Mendoza sem moto

              Dia de vagabundagem em Mendonza. Pela manhã caminhada pelas alamedas arborizadas, café na "peadonal" como aqui chamam o calçadão e a procura insana de um bom cambio para pesos chilenos.
A tarde já tínhamos reservado a visita as bodegas mendonsinas com direito a degustação. Para amanhã grande expectativa de cruzar a cordilheira e chegar finalmente no Pacífico.

Calçadão na agradável manhã de primavera.
Calçadão.
Não era exatamente o que esperava encontrar, mas se trata de um vinícola moderna
ou como eles designam de "produção industrial". 700mil litros ano.
Essas barricas de carvalho de uma vinícola artesanal ocupam agora o local que antes eram
destinados para o processamento de vinho. 60mil litros ano.
Garrafas de Malbec, especialidade argentina, aguardam o seu tempo para serem distribuídas.
A melhor momento da tarde foi a degustação de um premiado Malbec 2004.

Aqui nesta fábrica a produção do azeite de oliva ainda é artesanal.
O primeiro processo que a frutinha sofre é a moagem .