716 km rodados 10% de chuva
Total 9h 15min – 1h 50min parado – máx 146 km/h – méd 93 km/h – méd. geral 74 km/h
Hoje foi um dia 10, tudo deu certo, para ser perfeito só faltaram os amigos das HDs e o Ricardo com a Uly no rádio. Já saí do hotel em Registro com a idéia de comer um pastel em Curitiba, lógico que a estrada e o tempo deveriam colaborar. A Dutra* é um tapete, coloca-se uma sexta (façam o cálculo - 4000/4500 giros relação 1.316 com 100 kg peso), ajeita-se a bunda e esquece. Não é necessário frear e não existem quebra molas, meu Deus que maravilha. Cruzar a marginal em São Paulo num domingo pela manhã foi barbada, imagino em dia de semana. A próxima “autoestrada” foi a Regis Bitencourt que tirando a serra do Cafezal é punho... como quiser e tiver coragem. Uma grande ajuda para descansar são os inúmeros pedágios que te oportunizam uma levantadinha básica para ajudar na circulação da bunda. Outro truque, pelo menos comigo funciona, são os regulares trechos de pilotagem de pé, depois de acostumar é como nas trilhas, acelera, faz marchas e frea. Consegui fazer 230 km sem parar, um recorde nesta viagem. Assim, nessa tocada quando vi já estava nas proximidades de Curitiba. Após acertar no GPS o endereço do hotel onde a frau me esperava, sim a Marília anda por aqui mascateando, saímos para comer o Pastel.
By by
*Dutra - embora alguns critiquem alguns trechos desta rodovia (BR116) que apresentam traçados perigosos como a curva JK, a pergunta que fica é porque não se consegue hoje construir rodovias planas, um tapete como essa? As novas, vide a duplicação sul da 101 já são entregues com “defeitos de fábrica”, cheias de ondulações e asfalto de última? Dos pedágios não quero falar, eu acho que é pura safadeza política.
GPS – grande invenção e como o computador seu uso depende de que estiver operando. O bom é sempre ter uma idéia macro do percurso e deixar o fino com ele. Ainda na Dutra, parei na PRF e perguntei sobre a melhor maneira de cruzar São Paulo e a dica que recebi do policial foi de que seguisse sempre pela Dutra, (sendo domingo não valeria a pena pegar a Airton Sena) onde cairia na marginal e dali, a Regis Bitencourt. Pois o sacana do GPS teimou o tempo todo e me fazer sair da Dutra, recalculando...recalculando... até entender que eu não iria obedece-lo e recalcular para Regis Bitencourt. No mais foi perfeito na indicação dos radares, quebra molas, postos de polícia e pontos mais próximos de abastecimento. Valeu.
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| Essa fotinho é pra Rosa, minha grande progenitora que já deve ter queimado pacotes de velas aos santos. beijos. |

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